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A Date with Death: resenha do otome game

05/06/2024
Colagem da imagem promocional do jogo A Date with Death, com o personagem principal Grim Reaper. Ao lado, vemos uma janela de sistema operacional com o logo do jogo.

Quem acompanha o blog deve ter percebido que amo histórias sobrenaturais e otome games, então não há surpresas quando digo que amei A Date with Death do começo ao fim. Desde o roteiro à interface, nada nesse jogo deixou a desejar e foi uma das minhas melhores experiências com jogos gratuitos para computador.

A trama começa após mais um dia onde coisas estranhas (e mortais) acontecem, mas nosso personagem jogável passa ileso. Dessa vez, porém, um aplicativo misterioso de chat aparece em nosso computador. Desistindo de ignorar as muitas notificações chateando nossa paciência, começamos a interagir com aquele que se intitula Ceifador de Almas e que diz estar atrás da nossa há tempos.

Com isso, é feita uma pequena aposta: se ele conseguir nossa alma antes de sete dias de passarem, ele ganha; se não, continuaremos vivendo normalmente e em paz. Se sua hora chegou ou não… só depende das suas escolhas dentro do jogo.

The Ssum: após tantos anos, valeu a pena?

23/11/2022
Imagem promocional do jogo The Ssum, com o personagem Teo. Ele é um rapaz coreano, de cabelos pretos e olhos violeta, trajando um casaco de couro preto e uma blusa branca por baixo, e está em um lugar com natureza ao fundo. Ele olha um pouco para baixo e esboça um sorriso.

Spoiler: por mais que doa, não valeu, não.

Descobri (ou melhor, relembrei após anos) The Ssum em seu último anúncio de adiamento, pois foi, provavelmente, a última gota d'água para muitos que aguardavam o lançamento por anos. Eu não joguei o Beta, então pensei que, depois de tanta demora, o jogo seria super promissor.

Mas, agora, com o produto final, a qualidade não corresponde à espera. A arte é feia, as falas são artificiais e sem sentido, o preço é absurdo e há muita coisa que parece não encaixar por completo ainda. E isso, infelizmente, é decepcionante vindo de um time tão competente como a Cheritz.

Amor Doce Alternate Life: Lysandre [Primeiras impressões]

26/01/2022
Imagem do primeiro capítulo do jogo Amor Doce Alternate Life: Lysandre, onde a protagonista beija Lysandre na fazenda

Para tudo, porque algo que a gente sempre quis finalmente aconteceu: Beemoov tomou vergonha na cara e vai trazer nossos paqueras do Amor Doce de volta. Eu ouvi um amém?

Hoje eles lançaram o Amor Doce Alternate Life, que, como o nome sugere, é um universo paralelo onde a Docete reencontra os três antigos paqueras no último ano da faculdade (embora seja um de cada vez em um sistema de rotas, diferente do University Life). Para começar, tivemos a rota do Lysandre, nosso querido menino vitoriano que virou agroboy.

Foi algo que me pegou de surpresa, afinal, ninguém imaginava que, em pleno 2022 eles lançariam algo que podiam (sejamos honestos, deviam) ter feito ainda em 2018, mas não vou ficar reclamando (pelo menos, não muito), porque tivemos o que pedimos por quase quatro anos, e tivemos com qualidade.

Mitama Games e o declínio de My Stella Knights

18/05/2021
Imagem do personagem Okita Soji em sua primeira versão no jogo Otogi: Spirit Agents, pela Mitama Games

Talvez vocês se lembrem de quando eu escrevi um texto sobre o então novo jogo da Mitama, o My Stella Knights. Eu lembro de estar empolgada com o lançamento, pensei que íamos ter um joseimuke legal, visto que, no começo de 2020, esse gênero estava começando a ficar mais popular no ocidente.

Mas é assim: nem tudo dá certo, mesmo tendo tudo para dar. A Mitama pecou muito e, francamente, me convenceu a nunca mais dar uma chance para eles.

Resenha: Ikémen Revolution, o Otome do País das Maravilhas

27/04/2021
Imagem de abertura do jogo Ikémen Revolution: Love & Magic in Wonderland, da empresa CYBIRD. Nela, vemos da esquerda para direita e no fundo da imagem, Harr, o Coringa; Loki, o Gato de Cheshire; Blanc, a Lebre Branca; Oliver, o Chapeleiro Maluco. Na frente, temos dois representantes de cada armada: à esquerda e de trás para a frente, temos Jonah e Lancelot, a Rainha e o Rei de Corações, respectivamente; à direita e também de trás para a frente, temos Fenrir e Ray, o Ás e o Rei de Espadas, respectivamente. No centro, o logo do jogo.

Alice no País das Maravilhas é uma história que praticamente todo mundo conhece. Uma menina que segue o Coelho, vai parar num mundo onde a lógica é totalmente diferente da nossa, conhece vários personagens, no mínimo peculiares e... acorda.

Dentre todas as várias adaptações e releituras, chegamos a Ikémen Revolution, onde nossa heroína, que vivia em Londres, no século XIX, acaba caindo em Cradle, o famoso País das Maravilhas, após tentar devolver o relógio de bolso de um homem muito apressado... 🐇

Em meio a um conflito entre as armadas Vermelha e Negra, ela descobre que é a segunda Alice, que tem poder de desfazer magias e, por isso, é desejada pelas duas forças. Assim, deve estar abrigada com uma das armadas (ou nenhuma) para se proteger e seguir o conselho bobo de Blanc, o coelho branco: não se apaixonar.

Mas ela é que nem a Cloé, de Ephemeral: não ouve conselho nenhum, de ninguém.

Primeiras impressões: Eldarya - New Era

17/11/2020
Eldarya - New Era, um jogo da Beemoov

Eu não sou a maior fã de Eldarya. Comecei a jogar com o lançamento em francês e criei minha conta na pré-inscrição do servidor brasileiro, mas o sistema dos maanas, a história da poção do esquecimento, isso nunca me agradou muito, assim que acabei deixando o jogo de lado.

Quando fiquei sabendo do final do episódio 30 e da nova temporada, eu me prepararei pro pior e, bem, aconteceu o que esperávamos: saída de paqueras, sumiço e morte de personagens, mudança no esquema dos maanas e proibição das gameplays. Toda aquela história do Amor Doce de novo.

Mas eu queria ver com meus próprios olhos o que aconteceu. Não acho que vou jogar essa segunda temporada a sério, mas fiquei muito curiosa, principalmente por causa do paquera humano.

Atenção: aqui está repleto de spoilers do primeiro capítulo do New Era, que é 100% gratuito para jogar, e do segundo, também. Assim que vá lá, jogue primeiro e depois leia.

Resenha: Ephemeral, Otome Game de fantasia

20/09/2020
Imagem dos personagens do Otome Game Ephemeral - los residentes de la oscuridad -, apresentando, da esquerda para a direita: Shiba, o homem-lobo; Nagi, o homem invisível; Natsume, a múmia e Ray, o vampiro

Instalei esse jogo já tem muito tempo, mas só vim resenhar hoje porque enrolei muito com uma rota e por não saber como escreveria sobre. Com toda a polêmica com Moonlight Lovers e com a Beemoov que continua no ar, nada melhor que trazer um jogo com algumas semelhanças para apresentar a vocês.

Ephemeral se passa num mundo onde diversas raças sobrenaturais existem e, mesmo que tenha uma hierarquia e muito preconceito, vivem juntas. Bem, todas menos os zumbis, pois podem contaminar os outros, vivendo isolados em uma aldeia.

Curiosa sobre o mundo lá fora, nossa protagonista zumbi recebe misteriosamente uma carta de admissão da escola. E assim começa propriamente a trama, com ela encarando a turma e escolhendo um dos quatro rapazes para ajudá-la na adaptação ao novo ambiente.

Joseimuke, Otome game e Visual Novel: qual a diferença?

25/07/2020
Colagem com imagens de vários jogos voltados ao público feminino.
Da esquerda para a direita: Angelique Retour, Mr. Love: Queen's Choice, My Stella Knights, Amnesia, Akaya, Akashiya, Ayakashino e Midnight Cinderella

Olá, olá, meus leitores! Espero que estejam bem!

Vocês já estão cansados de saber que eu jogo otome games, e talvez saibam que esse gênero tem crescido muito pro ocidente, trazendo vários jogos novos.

Mas, com essa popularidade toda, acabou vindo uma confusão enorme também: em vários jogos, a protagonista não segue uma trama e tem um final feliz com um personagem, e sim, lida com todos por igual, tendo interações apenas em eventos e bônus. Isso, claramente, não é um jogo otome.

Então, se não é um otome, o que é? Relaxem, pois quem vos fala é (quase) expert no assunto e vai dizer qual a diferença entre esses três termos do título.

Primeiras Impressões: My Stella Knights

23/01/2020
Imagem promocional do jogo My Stella Knights | 我的星骑士, da empresa Mitama Games. Da esquerda para a direita, temos os personagens: Narumiya Soji, de cabelos verdes, pele bronzeada e terno amarelo; Emil Shevardnadze, de complexão pálida e frágil, com olhos acinzentados e roupas semelhantes às da Europa Antiga; Oribe Kyuta, com cabelos loiro-platinados e olhos azuis, trajando uma jaqueta branca por cima de uma blusa rosa escuro e usando um colar; Shido Takaomi, loiro de olhos azuis, traja um casaco vermelho e segura, em seus braços, um cãozinho Shiba Inu; Sorikai Tsubasa, de pele levemente bronzeada, cabelos prateados e olhos castanhos, veste uma jaqueta vermelha e preta com zíper aberto, com tigres orientais estampados na altura do peito de cada lado e uma calça preta; Personagem não apresentado no jogo, com roupas formais, cabelo preto longo e preso em um rabo de cavalo.

Depois do que aconteceu com o Otogi, filho único da Mitama até então, muita gente pensou que essa equipe já tinha desistido. Quem diria que estariam desenvolvendo outro jogo? Ninguém esperou por essa!

My Stella Knights (我的星骑士) se passa num mundo onde Raiders ameaçam a existência dos humanos. Como última alternativa, Dynamists, lindos rapazes com habilidades anti-raiders, estão sendo treinados para se tornarem Stella Knights e combaterem esses monstros.

Nossa heroína, para o desespero da nação, tem a estranha habilidade de atrair essa ameaça. É, você não leu errado, ela é um verdadeiro ímã de problema. Por ser algo incomum e até útil se bem compreendido, ela é transferida para uma escola onde seria "estudada" e acompanhada por guarda costas enquanto continuava seu Ensino Médio. E, quando eu digo guarda costas, eu não digo um ou dois, mas sim as três melhores equipes da escola. A partir daí, a meta do jogo fica clara:

Montar um harém forte para te proteger de todo o mal e colecionar boys bonitos.
E sim, esse jogo é infestado de homens.

Não que eu esteja reclamando, quem me conhece sabe que eu gosto disso. 🌚

Primeiras impressões: Moonlight Lovers

16/12/2019
Moonlight Lovers - Beemoov | ChiNoMiko
Ué, mas você disse que não ia mais dar biscoito pra Beemoov!

Pois é, a curiosidade matou o gato e tenho que confessar que tenho a alma de um. Estava esperando esse jogo desde a divulgação (como disse no outro post), então era meio que lógico que fosse dar pelo menos uma espiadinha, né? Ainda mais depois de tantos comentários negativos que li sobre ele.

Posso resumir o contexto de Moonlight Lovers dizendo que a história se passa em torno de Eloise, nossa protagonista, que, em seu aniversário de 18 anos, recebe a herança de seus pais: uma mansão, longe da cidade. Mal sabia ela que ia ter um monte de vampiros morando lá, muito menos que teria que ter um laço com um deles.

O "já basta" para a Beemoov e o novo Amor Doce

31/01/2019
Imagem do capítulo 38 do jogo Amor Doce, com o paquera Kentin. Ele, de frente para o jogador, chora, secando as lágrimas com a mão direita enquanto segura com a esquerda a mão da Docete. Créditos: Beemoov | ChiNoMiko

Oi, pessoas, como estão? Só vim postar no fim das férias, mas eu tenho motivos, embora eles não importem tanto por agora, até mesmo porque ainda estou resolvendo eles. São probleminhas de saúde que vou investigar para tentar colocar um pé direito nesse ano que começou com vários esquerdinhos.

Mas, indo ao ponto da post, quem joga os jogos da Beemoov, assim como eu jogo Amor Doce e Eldarya, vê vários descasos da empresa: banimento de jogadores por uma causa pequena (não estou passando pano pra quem se aproveitou do bug, mas, ei, foi um bug, então a culpa é parcialmente deles), removendo personagens da nova versão do jogo, uma coisa que poucas empresas costumam fazer (pesquisem Marked by King B's, por exemplo, os dois jogos têm os mesmos personagens) e trocando o esquema de jogo para um bem mais mercenário que o anterior.

Isso me desagradou demais. Eu nunca fui a maior fã dos jogos deles, nunca comprei nada deles, então, para mim, parar de jogar não significa muita coisa além de desapegar dos anos que passei participando dos eventos, ganhando roupinhas, mandando spoiler pra minha amiga, etc. São mais as memórias que o jogo em si.

Recomendação: Love Nikki

10/09/2018
A personagem Nikki, do jogo Love Nikki Dress Up, olha para a câmera, sorrindo. Seu cabelo rosa esvoaçante complementa as cores de seu quimono, em branco e tons rosados.

E aí, gente, aproveitaram bem o feriado? As semanas estão sendo bem puxadas pra mim por causa de trabalho, provas... resumindo, fim de bimestre. Pra fechar, ainda estou resfriada, mas não vou me abater, as férias estão cada vez mais perto! 💖

Estou jogando um Dress Up Game desde o comecinho do ano e estou amando. Ele se chama Love Nikki: Dress Up Queen (Apenas Love Nikki pros íntimos), e conta a história de uma menina chamada Nikki que, evocada pela rainha do Reino de Lilith, foi parar em um outro mundo para mudar a história dele através da moda (que louco, não?) e vencer o Reino do Sangue de Ferro.

Assim, ela e seu gato Momo, que agora fala, começam a viajar pelos reinos, desafiando vários estilistas e se tornando conhecidos por onde passam. Achou legal? Então vamos lá!