Resenha: Com Carinho, Kitty (e uma fantasia altamente idealizada)

03/05/2026
Imagem promocional da série Com Carinho, Kitty, mostrando o elenco principal. Da direita para a esquerda: Dae, Quincy, Kitty, Yuri e Min Ho

Ao organizar minhas listas de coisas para assistir, encontrei Com Carinho, Kitty. Reassistindo o teaser da primeira temporada, confesso ter ficado, novamente, curiosa, afinal, romance adolescente ainda é uma coisa que me entretém nesse mundo complicado.

Lembro de ter lido Para todos os garotos que já amei no Ensino Médio e ter gostado da Lara Jean, embora só tenha curtido mesmo o primeiro livro. A ideia de um Spinoff onde a irmãzinha caçula vai atrás dos segredos da família me deixou investida, e… bem, infelizmente me decepcionei, tanto que assisti apenas as duas primeiras temporadas.

E, como essa decepção foi um tanto além de simplesmente “essa série não é pra mim”, eu decidi expor um pouco do que sinto aqui no blog, porque acho que isso vai além de ser um problema com esta série específica, e, sim, algo na indústria.

Minha retrospectiva de 2025

24/01/2026
Imagem do álbum BBUU!, do grupo musical PLAVE. Nela, os cantores aparecem em versões chibi, estilizados, e cada um deles está acompanhado por um personagem da Sanrio. Eles estão vestindo pijamas fofinhos em tons pastéis, e estão voando pelo céu noturno. Da esquerda para a direita, cima para baixo: Eunho, com a Kuromi; Noah, com o Pompompurin; Bamby, com a My Melody; Yejun, com o Cinnamonroll; e Hamin, com Pochacco.

Precisei incluir a capa da música mais fofa que ouvi em 2025: BBUU!

Fonte: Twitter oficial do PLAVE

Eu comecei esse texto um pouco antes de começar Dezembro. Agora que 2025 está para lá de encerrado, consigo falar sobre várias coisas com mais sentimento de conclusão que antes.

Em resumo: que ano, família. Geralmente, sinto que meus doze meses são muito mais do mesmo, que acontece uma coisa só do começo ao fim, mas esses foram exceção. Tanta coisa aconteceu que eu nem sei por onde começar!

Na virada para 2025, não havia escrito metas, pois não queria me sentir pressionada a fazer nada, mas tinha alguns objetivos, que eram me formar na faculdade, mudar de carreira e focar um pouco na minha saúde. Tô feliz de dizer que consegui as três coisas e que, ao menos, pude encerrar esse ano um pouquinho mais satisfeita que o normal.

Óbvio que tive coisas além dessas três grandes vitórias, tanto boas, quanto ruins (infelizmente a gente não ganha sempre), e decidi fazer uma retrospectiva parecida com a que fiz para 2021, marcando os maiores destaques.

Resenha: Suzume, um filme sobre laços e cura

22/11/2025
Colagem de diversas cenas do filme Suzume, evidenciando os protagonistas Suzume e Souta.

Vocês sabem muito bem: onde tem fantasia, história boa e personagens masculinos bonitos que viram cadeirinha, eu certamente estou. Bônus pelos gatinhos. Suzume, ou Suzume no Tojimari (すずめの戸締まり) me ganhou nos trailers e valeu cada segundo.

O filme conta a história da adolescente Suzume, que, desde o falecimento de sua mãe, mora com sua tia. Saindo para a escola, ela encontra um desconhecido, que a pergunta por um local abandonado. Sem pensar muito, ela explica como chegar às ruínas de perto de sua casa e segue seu trajeto... não por muito tempo, já que decide voltar correndo, intrigada pelo encontro de antes.

Ao chegar lá, havia uma porta no meio do nada, e, curiosa, Suzume decide abrí-la e vê uma paisagem linda, mas que não consegue alcançar. Após remover um totem do chão e vê-lo se tornar um gatinho, a moça se assusta (com razão) e decide, então, ir para a escola, sem saber que havia cometido um erro gigante.